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O surgimento do Ciência Sem Fronteiras 2 com foco na Pós-graduação

Publicado em: 13 de agosto de 2015
pós-graduação

Apesar de um recente anúncio de crise na gestão do programa, o Ciência Sem Fronteiras que já implementou 78.173 bolsas pode promover a criação de uma segunda edição com foco na Pós-graduação.

Um possível Ciência Sem Fronteiras 2?

Em meio a uma suposta crise anunciada na gestão do programa, o presidente da CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal do Nível Superior), Carlos Afonso Nobre, anunciou que o governo brasileiro está estudando procedimentos para o lançamento de uma segunda edição do programa, o Ciência Sem Fronteiras 2. O objetivo é aumentar a oferta de bolsas para a Pós-graduação dando oportunidades àqueles que fizeram a graduação e se interessam em continuar os estudos no exterior.

Não é a primeira declaração sobre uma segunda edição do programa. Em Junho do ano passado a presidente Dilma anunciou mais de 100 mil bolsas, porém, com o contingenciamento do orçamento, o Ministério da Educação informou que realizaria cortes no programa.

 Voltar à França para a Pós-graduação

 Para a Graduação o programa concedeu 78,9% das bolsas, sendo que 8,25% destas bolsas foram concedidas a estudantes para estudar em universidades francesas. Grande parte desses estudantes tem como objetivo voltar a essas universidades para a realização de uma pós-graduação.

 “Com o apoio do programa Ciência Sem Fronteiras tive a oportunidade de ampliar meus conhecimentos na área de engenharia e principalmente aprender um novo idioma. Apesar de já ter um nível de Francês, requisito para o programa, ao chegar na França fiz um curso de idiomas durante dois meses, o que foi o tempo necessário para a adaptação à nova cultura e à língua. Com esse preparo, pude ingressar na universidade para estudar engenharia biomédica sem empecilhos relacionados à diferença de idioma. Durante a realização do intercâmbio pude conhecer diferentes formas de abordagem e soluções para problemas na minha área. Acredito que com o lançamento da segunda etapa do Ciência Sem Fronteiras para a pós-graduação, terei a chance de aprofundar o conhecimento disponível no exterior para aplicar em tecnologias que possuem grandes carências aqui no Brasil.”

Camila Pamela, ex-bolsista de graduação do programa Ciência Sem Fronteiras, França (Université Nice Sophia Antipolis)

 Segundo Nobre, a tendência é de aumentar essa porcentagem, com parâmetros e diretrizes a serem definidos nos próximos meses. “É natural, até para dar vazão ao interesse que o programa gerou nesses estudantes, que o Ciência Sem Fronteiras 2 tenha oportunidades de pós-graduação”, disse.

Você quer se preparar para estudar na França com uma bolsa do Ciência Sem Fronteiras? Você quer conhecer as universidades disponíveis e os requisitos para pleitear uma bolsa? O IFESP pode te ajudar.

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Fonte: Agência Brasil

Camila Pamela

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