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Para estudar na França, o que é melhor universidade ou escola?

Publicado em: 11 de dezembro de 2017
estudar na França

Estudar na universidade ou numa escola? Eis uma pergunta importante quando você prepara e elabora o seu projeto de intercâmbio ou de estudo integral na França. A escolha entre a faculdade ou uma “grande” escola é uma especificidade francesa que deve ser tomada em conta, pois a organização dos estudos e o valor das inscrições variam. Essa situação chamada de franco-francesa é então única no mundo, e vem aumentar o campo das chamadas exceções francesas.

 Repare que as modalidades de entrada na faculdade não são as mesmas do que para uma escola. Com efeito, para ingressar na faculdade o estudante deverá ser titular de uma equivalência do baccalauréat francês, isso quer dizer, provar que completou o ensino médio. Para ingressar em uma escola existem vários níveis de recrutamento. O aluno pode passar por um processo seletivo para que seja analisado o seu histórico escolar, mas também ele pode ser obrigado a passar por um exame para avaliar os seus conhecimentos.

Em ambos os casos, um bom conhecimento da língua francesa é obrigatório.

 A sua escolha deverá então ser tomada a partir de parâmetros que interessam ao seu projeto profissional. Por isso, vamos ver quais são as vantagens de cada uma dessas opções. A faculdade pública na França oferece a possibilidade para o estudante de se reorientar dentro do domínio escolhido, além de permitir ao estudante uma especialização mais tardia, deixando mais tempo ao estudante para que ele amadureça o seu projeto profissional.

 As escolas, geralmente privadas (elas recebem às vezes subvenções do Estado), custam mais, mas também são mais integradoras. Isso quer dizer que as escolas na maioria delas cuidam de inserir os seus alunos em empresas por meio de estágios obrigatórios durante a formação, ou por passar contatos profissionais para eles. De certa maneira, as escolas acompanham os seus estudantes, enquanto que nas universidades públicas o aluno, que também poderá efetuar estágios, deverá tomar a iniciativa e entrar em contato com as empresas. Esse passo é da inteira responsabilidade e habilidade do estudante.

 São então duas modalidades de estudos: uma deixa mais liberdade que a outra, ou seja, a escolha deverá ser tomada em função de seu caráter.

Note que começar uma faculdade não impede, por exemplo, de cursar o seu Master (Pós-graduação) em uma escola já que o recrutamento dos alunos, como já dissemos, efetua-se por meio de concursos.

 Hoje em dia e mais do que nunca, universidades e escolas colaboram dentro de programa de intercâmbios e de parcerias. Escolher uma ou outra não significa mais um percurso fechado, pois há uma grande possibilidade de passarelas que foram estabelecidas.

Com efeito, a competição é grande entre universidades e escolas e por isso cada uma tenta recrutar os melhores alunos, oferecendo passarelas para aproveitar um aluno cujo perfil os interessa.

Caso ainda esteja hesitando, você deve olhar as formações, ver as disciplinas e conhecer os centros acadêmicos mais indicados para o seu projeto profissional. Também, por causa dos custos de algumas escolas informe-se sobre as bolsas e as ajudas oferecidas pelo governo francês e brasileiro.

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5 comentários

  1. Eu não concordo com algumas coisas:
    – Em engenharia a maioria das grande escolas são PUBLICAS (en não privadas como diz esse artigo), e não estão tão caras (menos de de 1000euros ao ano)
    Mas o processo de entrada é bem seletivo.
    – As grande escolas de commercio são exclusivamente privadas.

    – Nesse dois dominios, as escolas são com mais recomendaveis que a universidade

    1. Caro Guillaume,
      Obrigada pelo comentário! Nesse artigo, não nos referimos as escolas de engenharia. No entanto, você tem toda razão, uma grande parte das escolas de engenharia são publicas e as escolas de gestão e administração são privadas. Temos outros posts sobre essas áreas de estudos no blog.
      Pauline

  2. A questão de conhecer bem a língua francesa ser obrigatório não é verdade para todas as grandes escolas. Eu diria que ajuda, mas não é obrigatório. Na Ecole Polytechnique por exemplo todo o processo de seleção pode ser feito em inglês. Os alunos que não sabem francês vão para França algumas semanas antes das aulas começarem para um curso intensivo.

    1. Bom dia,
      Como você disse alguns recrutamentos não obrigam a um conhecimento avançado da língua francesa. No entanto ter um nível avançado ou pelo menos intermediário concluído lhe dará sempre uma vantagem para se inserir nos grupos estudantis e professorais além de acompanhar as aulas porque a maioria é dada em francês. Um curso como o da Polytechnique é puxado e pede uma dedicação integral. Dominar a língua, saber se informar (notícias, bibliotecas) e poder viver se inserido numa sociedade não podem ser preocupações. O conhecimento da língua lhe dará uma facilidade nos relacionamentos sociais, e um bom estar na vida quotidiana. Não dominar a língua de onde se encontra favorece o isolamento que um intercâmbio pode criar pelo fato que se percam as referências quotidianas.
      Temos sim alunos do IFESP que estão cursando a poli USP que fizeram o processo de seleção em inglês e foram aceitos mas que agora estão estudando de uma maneira intensiva para poder atingir o nível inter/avançado antes de viajar para a França.

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