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Estudar na França com bolsa do governo brasileiro

Publicado em: 22 de agosto de 2011

A notícia chegou: vão ser outorgadas as primeiras 2000 bolsas de mobilidade sanduíche para ajudar os estudantes brasileiros a estudar fora do país. Esse programa se chama Programa Ciência sem Fronteiras . Seu início está previsto para janeiro de 2012. A notícia foi anunciada pelo ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Aloizio Mercadante e pelo presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI), Glaucius Oliva.

Com os dois slogans seguintes: “Ajudando o Brasil a crescer” e “Promovendo a consolidação, extensão e internacionalização da ciência e tecnologia brasileira”, a mensagem do programa é clara! O objetivo é triplo, aperfeiçoar os estudantes brasileiros nos domínios científicos, ampliar a presença de pesquisadores e investigadores no exterior e ainda, ajudá-los a entrar nas instituições internacionais conceituadas.

Esse programa tem por objetivo mandar alunos para fora dentro do campo das necessidades brasileiras.Por isso as primeiras disciplinas apontadas para este programa são: as matemáticas, a saúde e a farmácia, a agricultura sustentável, a química, tudo que envolve as energias (petróleo, carvão, gás), as biotecnologias, as nanotecnologias, as mudanças climáticas, a biodiversidade, as ciências do mar, as tecnologias sanitárias e sociais e a pedagogia. Mas também as disciplinas envolvendo engenharia em geral. Com certeza outras disciplinas serão futuramente acrescentadas a esta lista.

Para entrar nos detalhes práticos, todas as faculdades e institutos federais não terão o mesmo número de bolsas. Será estudado antes o seu desempenho acadêmico nas matérias-alvo. “O número de bolsas por instituição foi estabelecido de acordo com o desempenho de cada universidade no Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic) e Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (Pibiti)”, Gilberto Costa – Agência Brasil.

Especificamente não há um nível acadêmico pré-determinado, já que as formações apontadas abrangem as graduações (tecnológicas e gerais), os doutorados e os programas de pós-doutorado.

No entanto, haverá uma competição no que diz respeito à alocação das bolsas. Com efeito, apesar do importante número destas, não haverá vagas para todos e um processo seletivo ajudará as faculdades na distribuição.

Iniciativa que não vai negar o fato que a França seja o primeiro país escolhido pelos estudantes bolsistas brasileiros. O intercâmbio é duplo, pois por um lado o estudante brasileiro vem buscar a aprendizagem da metodologia francesa e por outro lado a França também se enriquece com a vinda de estudantes reputados por uma excelente formação acadêmica.

Eis o Programa Ciência sem Fronteiras em números: No início serão 2000 bolsas, número que deve evoluir a cada 6 meses, incluindo mais matérias e uma maior disponibilidade de verbas. Os candidatos são por enquanto 250 Universidades e Institutos Federais de Educação Tecnológica inclusos nos programas do Pibic e do Pibiti.

Informe-se logo! Não se esqueça que de 18 até 22 de Novembro ocorrerá o Salão Europos em São Paulo, Porto Alegre e Recife onde os estudantes que pretendem estudar fora do Brasil e notadamente na França poderão encontrar informações e profissionais.

Você pode achar esclarecimentos no site do Campus France (www.campusfrance.org). Esse encontro o ajudará, a saber, as modalidades de atribuição dos financiamentos.

Para mais informações, entre em contato e/ou agende uma entrevista de orientação acadêmica personalizada. É gratuito!

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